domingo, 6 de março de 2011

O Menino do Pijama Listrado, de John Boyne


Este livro também é muito emocionante e eu amei a história, porque é muito linda! Eu também chorei no final...
Só pra resumir, a história se passa durante a 2ª Guerra Mundial e o protagonista é uma criança (como em A Menina que Roubava Livros), Bruno, um menino alemão cujo pai é oficial nazista. Ele e sua família moram em Berlim, mas durante a guerra, seu pai é mandado para um trabalho em outra cidade, para a qual eles se mudam. Bruno não quer se mudar, pois terá que deixar tudo o que tem em Berlim pra trás, mas ele tem que ir com a família de qualquer jeito. Chegando ao novo lar, ele vê que só há a casa deles, não tem vizinho nenhum e muito menos crianças pra brincar. É aí então que ele, da janela de seu quarto, vê muitas pessoas (inclusive muitas crianças!) pra lá de uma cerca no fundo do quintal, todas usando as mesmas roupas: um pijama listrado. Como fica infeliz por não ter nada pra fazer na nova casa a não ser brincar sozinho, depois de uns dias Bruno acaba por começar a fazer uma coisa que adorava fazer em Berlim: explorar. É aí que ele resolve explorar seu quintal, incluindo a cerca, pra ver se consegue descobrir que lugar é aquele e tentar achar alguém pra brincar. Durante sua primeira exploração, acaba encontrando um menino, Shmuel, sentado ao lado da cerca. Os dois, então, começam uma amizade improvável, na qual não há preconceitos e pressuposições de um para com o outro (afinal, Bruno é alemão, filho de nazista, e Shmuel é judeu e vive no campo de concentração que é comandado pelo pai de Bruno). A partir daí, na minha opinião, a história fica muito emocionante e simplesmente genial!
A melhor parte desse livro é que nada é totalmente exposto, isto é, a história é contada do ponto de vista de Bruno, uma criança inocente, que não recebe informações sobre nada do que está acontecendo no mundo e, muito menos, do outro lado da cerca. Tanto ele quanto Shmuel, que é o menino do pijama listrado que dá nome ao livro, são ignorantes a respeito da guerra e das atrocidades do Holocausto. Na minha opinião, isso deixa a históriamuito mais legal, linda e emocionante!
Leia O Menino do Pijama Listrado, é curtinho, mas contém uma grande mensagem!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak

Maravilhoso. É o que eu tenho pra dizer desse livro. Eu simplesmente amei. O estilo do autor é peculiar e é gostoso lê-lo; a história é ótima e o estilo da narração é muito criativo, afinal, é a Morte a narradora. Apesar de eu ler muito e de gostar de muitos livros, são poucos os que realmente me emocionam a ponto de me fazerem chorar com eles. A Menina que Roubava Livros foi um desses.
Bom, o livro conta a história de Liesel Meminger, uma menina que tapeou a Morte três vezes. É por esse motivo que a Morte resolve contar sua história, impressionada com esse fato. A história se passa entre 1939 e 1943, ou seja, durante a Segunda Guerra Mundial. Liesel começa a sua vida de leitora (e de "roubadora" de livros) com "O Manual do Coveiro", um livro perdido por um dos coveiros que enterrara seu irmão. Ela vive na Rua Himmel com o casal Hans e Rosa Hubermann, pois sua mãe não tem condições de criá-la. Nos quatro anos passados na história, ela rouba mais livros, os quais se tornam seus amigos e dão um sentido e um propósito à sua vida. Além disso, há ainda três personagens fundamentais na história: Max Vanderburg, o judeu do porão, que vivia quase que invisível (para não ser pego) e do qual ela não podia falar pra ninguém, Rudy Steiner, seu melhor amigo, e a mulher do prefeito, que acaba se tornando sua melhor amiga.
Leia agora A Menina que Roubava Livros, pois é simplesmente um livro tocante!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Meu Blog

Criei este blog com o objetivo de comentar sobre duas coisas que eu adoro: livros e filmes. Darei dicas de filmes e livros bons que eu já tenha lido, e também falarei um pouco sobre eles.
Quanto ao título do blog, escolhi nomes de duas coisas que representam a literatura e o cinema: Hollywood, que não precisa de apresentação, pois todos sabem que é o maior centro cinematográfico do mundo, e Arcádia, que é uma referência à literatura, pois esse era o nome que os escritores (mais precisamente os poetas e aristas da Grécia antiga) deram a um país imaginário criado por eles. Nesse lugar reinava a felicidade, a simplicidade e a paz, onde pastores viviam em comunhão com a natureza. Arcádia também era o nome de uma academia literária portuguesa muito importante do século XVIII.