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quarta-feira, 30 de março de 2011

Star Wars - a saga, de George Lucas


Amo essa saga!
Quem nunca ouviu falar desses filmes? Bom, são uns dos melhores já feitos e só não ganham de O Senhor dos Anéis...
Toda a saga é muito boa, mas, infelizmente, a trilogia mais nova, os episódios I, II e III, não é muito querida porque os filmes são considerados mais fracos de história e com muita lenga-lenga. Na minha opinião, esses episódios são os melhores e eu os prefiro do que aos episódios IV, V e VI, mas, enfim, cada um com seu gosto!
Uma vez me disseram que achavam muito legal eu gostar de Star Wars, porque é muito difícil meninas gostarem desse tipo de filme (e eu realmente gosto de vários gêneros de filmes, desde comédias até filmes de guerra, afinal, sou cinéfila!). E realmente é uma pena que grande parte das mulheres não liguem muito para esse tipo de filme, mas em Star Wars há elementos para todos os gostos: aventura, romance, ação, drama... Inclusive no episódio III, que é o meu preferido de todos, eu acabei chorando no final, porque a história é muito triste e emocionante e o romance de Anakin e Padmé também...
A saga é composta por 6 filmes: Star Wars Episódio I - A Ameaça Fantasma, Star Wars Episódio II - Ataque dos Clones, Star Wars Episódio III - A Vingança dos Sith, Star Wars Episódio IV - Uma Nova Esperança (ou apenas Guerra nas Estrelas, para os fãs de antes da nova trilogia), Star Wars Episódio V - O Império Contra-Ataca e Star Wars Episódio VI - O Retorno de Jedi.
Para resumir, a história central é a de Anakin Skywalker: sua descoberta como o escolhido da profecia jedi, seu treinamento como jedi, seu aliamento ao Lado Sombrio da Força, que o torna Darth Vader, e sua vida como o grande vilão. (Esse é só o ponto principal; há muitos outros personagens e histórias envolvidas).
Independentemente das críticas, os filmes fazem parte da cultura pop e entraram para a história do cinema, sendo muito queridos por milhares de fãs no mundo inteiro. O merchandising da marca é enorme - e um dos maiores (se não o maior) da história do cinema - e há muitos fã-clubes, programações culturais, entre outras coisas, em torno da saga. Não dá pra negar que George Lucas criou um dos maiores mitos da história do cinema, que até hoje é copiado (e invejado, por que não?) por muitos!

sexta-feira, 25 de março de 2011

As Crônicas de Nárnia, de C. S. Lewis

Bom, esta coleção é uma das minhas favoritas! Conheço os livros desde pequena, pois meu irmão era fã e tinha toda a coleção e lia os livros para mim, principalmente O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa e O Cavalo e o Menino (ou O Cavalo e seu Menino, como na nova tradução).
Todos os sete livros são ótimos, mas o que eu mais gosto é O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa.
As Crônicas de Nárnia, como ficaram conhecidos depois que resolveu-se adaptá-los para o cinema, contam histórias passadas num reino imaginário - Nárnia - para o qual se pode ir apenas quem acredita. A história principal é sobre um grupo de crianças que se tornam os grandes reis e rainhas de Nárnia, os irmãos Pevensie: Pedro, Lúcia, Susana e Edmundo, que aparecem, ou são citados, em cinco dos sete livros.
Vou fazer um pequeno resumo dos livros, de acordo com a ordem cronológica das histórias:
O Sobrinho do Mago (ou Os Anéis Mágicos, na tradução antiga) é a história que dá origem a todas as outras, pois narra a criação de Nárnia. Digory (ou Ari) e Polly (ou Paula), ao usarem anéis mágicos criados pelo tio de Diggory, o tio André,  são transportadas para um bosque cheio de pequenos lagos que servem como portais para outros mundos. Numa primeira visita a um desses lagos, Polly e Digory conhecem o reino de Charn, que está se acabando, e acabam libertando uma feiticeira maligna (a Feiticeira Branca) que os persegue. Os três acabam voltando para o bosque e entrando num mundo onde ainda não existe nada. Aí, então, eles começam a perceber uma música indescritivelmente bela sendo cantada e um mundo criado a partir dela. Primeiro o chão, depois as estrelas, e a escuridão começa a desaparecer com uma luz que vai surgindo. E diante dessa luz eles veem um leão “enorme, peludo e luminoso, de frente para o sol que nascia, com a boca aberta em pleno canto”. E, assim começa o reino de Nárnia...
O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa conta a história dos Pevensie quando vão pela primeira vez para Nárnia. Eles vivem na Inglaterra, mas, para fugir da 2ª Guerra Mundial, a mãe deles os manda para uma casa no campo, onde um misterioso professor vive. Sem querer, Lúcia acaba achando um guarda-roupa mágico, que os  leva até o mundo mágico de Nárnia. Este mundo é habitado por seres estranhos, como faunos, centauros e gigantes, que já foi pacífico mas está vivendo sob a maldição da Feiticeira Branca, que fez com que o local sempre estivesse em um inverno. Sob a orientação do leão Aslam, que governa Nárnia, os quatro irmãos decidem ajudar na luta para libertar este mundo do domínio da Feiticeira Branca.
O Cavalo e seu Menino (ou O Cavalo e o Menino, na tradução antiga) conta a história de Shasta, um menino que, ao saber que não era filho de Arsheesh, o pescador, decide fugir da cruel Calormânia. Na companhia do seu cavalo falante Bri, ele parte rumo a Nárnia, onde o ar é fresco e onde reina a liberdade. Durante sua viagem pelo deserto, Shasta tenta imaginar o que o estará esperando lá. Essa história se passa durante o reinado de Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia.
Príncipe Caspian (ou O Príncipe e a Ilha Mágica, na tradução antiga) narra acontecimentos posteriores a O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, contando a próxima visita dos irmãos Pevensie a Nárnia, onde tempos difíceis os aguardam. Os dias de paz e liberdade, em que os tudo e todos viviam em paz e harmonia, acabaram, porque há uma guerra civil que divide o reino. O príncipe Caspian, herdeiro legítimo do trono, (que foi usurpado por seu tio Miraz) decide trazer de volta o glorioso passado de Nárnia. Soprando sua trompa mágica, que pertencia à Rainha Susana, ele convoca Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia para ajudá-lo nessa difícil tarefa.
Em A Viagem do Peregrino da Alvorada (ou O Navio da Alvorada, na tradução antiga), Lúcia e Edmundo, com seu odioso primo Eustáquio, um dos personagens mais legais inseridos na história, embarcam numa viagem cheia de aventuras e descobertas, a bordo do navio Peregrino da Alvorada, junto com o agora Rei Caspian, rumo às Ilhas Solitárias, em busca dos sete amigos desaparecidos do seu pai. Eles encontram um dragão, uma serpente do mar, um bando de criaturas invisíveis, um mágico e o próprio Aslam, o Grande Leão, que os presenteia com uma promessa muito especial.
Em A Cadeira de Prata, Eustáquio está de volta, junto com Jill, sua amiga de escola. Tentando fugir da escola horrível onde estudam, Eustáquio tem a  ideia de fugir através de magia. Então eles se dão as mãos e concentram toda a sua força de vontade para que algo aconteça. De repente, então, eles se veem à beira de um alto precipício, muito acima das nuvens, no reino encantado de Nárnia. Eustáquio perde o equilíbrio e cai e Jill fica desesperada, mas aí ela sente ao seu lado uma presença calorosa: o Leão. Assim começa mais uma crônica de Nárnia, cheia de aventura e personagens geniais.

A Última Batalha é, infelizmente, o último livro da coleção. É uma história muito emocionante, que conta a batalha final de Nárnia. O rei Tirian, ajudado por Jill e Eustáquio, terá de enfrentar os calormanos, um povo cruel, num combate que decidirá, finalmente, a luta entre o bem e o mal. Mas,  mesmo com tudo isso acontecendo, há muitas dúvidas e confusão ao redor, que abalam o reinado de Tirian. Novos e velhos personagens se unem para a hora mais negra (e final) de Nárnia.
Para o cinema já foram adaptados três livros: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, Príncipe Caspian (ou O Príncipe a Ilha Mágica, na tradução antiga) e A Viagem do Peregrino da Alvorada (ou O Navio da Alvorada, na tradução antiga) e mais um está para ser filmado: O Sobrinho do Mago (ou Os Anéis Mágicos, na tradução antiga). Na minha opinião, os filmes deixaram um pouco a desejar, principalmente o primeiro e o terceiro, o primeiro porque faltou um pouco de emoção (principalmente na ressureição de Aslam) e o terceiro porque ficou muito diferente do livro. Mas, enfim, são bons e muito bem feitos e não vou deixar de assistir a nenhum deles no cinema!
Então, leiam os livros e assistam aos filmes, pois são muito bons!

segunda-feira, 7 de março de 2011

O Senhor dos Anéis (a trilogia), de Peter Jackson


Bom, agora vou começar a falar um pouco sobre os filmes que eu gosto, e nada melhor do que começar falando sobre o meu preferido: O Senhor dos Anéis. E por O Senhor dos Anéis eu quero dizer a trilogia completa, pois, afinal, os três filmes são um só!
Bom, O Senhor dos Anéis é o maior e melhor filme de todos os tempos! Inigualável, magnífico, fantástico, maravilhoso, empolgante, emocionante, um máximo, lindo, especial, sensacional! Enfim, é único! Eu simplesmente sou fã desse filme (e de tudo relacionado a ele) e até mesmo chorei nos últimos 40 minutos d'O Retorno do Rei, nas primeiras vezes em que o assisti, de tanta emoção que o maravilhoso final me passou! Nunca tinha me sentido assim com um filme antes e, com certeza, nunca mais sentirei.
Eu não sabia que foto colocar neste post, porque eu gosto de todas e não queria deixar nenhum dos meus personagens favoritos de fora, mas acabei escolhendo o pôster d'A Sociedade do Anel, pois nele tem a foto de quase todos eles.
Se alguém ainda não sabe a história do filme, o que eu acho muito difícil, ela é basicamente sobre um hobbit, Frodo Bolseiro, e sua missão de destruir o Um Anel, uma joia feita por Sauron (o senhor dos anéis do título) para acabar com todos os povos livres da Terra-Média e fazer prevalecer o Mal. Junto com Frodo há a Sociedade do Anel, formada para ajudá-lo a destruí-lo, mas ela acaba por se desfazer, então Frodo acaba continuando a sua missão apenas com Sam, seu melhor amigo. Enfim, e resumindo, é uma luta do Bem contra o Mal no melhor estilo!
Não sei se foi porque eu vi os filmes antes de ler os livros, mas eu acho os filmes melhores que os livros, apesar de a história original ser esta. Eu acho que foi porque Peter Jackson colocou mais emoção na história, como fazendo o Frodo ficar mais afetado pelo Anel do que no livro e dando um "quê" a mais na história com o Frodo mandando o Sam embora por causa das intrigas do Gollum (ou Sméagol).
Além de tudo isso, a história é recheda de metáforas (tanto bíblicas quanto morais) e há citações ótimas e inesquecíveis, como: "Até mesmo a menor das pessoas pode mudar o rumo do futuro", de Galadriel, e "Temos que decidir apenas o que fazer com o tempo que nos é dado.", de Gandalf.
Se você ainda não assistiu, assista, e se já assistiu, assista mais uma vez e se deixe levar por essas profundas metáforas, pela história maravilhosa e pela profundeza das amizades e relações entre os personagens, afinal, amizades como a de Frodo e Sam são difíceis de se encontrar hoje em dia!